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Neste domingo, dia 21 de janeiro, o melhor programa vai ser reunir a família para assistir no Telecine Fun a algumas das mais clássicas animações da história do cinema, exibidas em ordem cronológica de lançamento. A maratona começa às 15h20 e conta com A Dama e o Vagabundo (1965), A Bela e a Fera (1991), O Rei Leão (1994) e Anastasia (1997). Esses e outros sucessos também já estão disponíveis no Telecine Play e podem ser assistidos a qualquer hora.

A Dama e o Vagabundo – que há 62 anos é um dos clássicos mais queridos da Disney – abre a programação. Na história, inspirada no conto de Ward Greene, a cadelinha Lady é muito paparicada pelos donos. Mas se sente excluída quando a família passa a esperar um bebê. Tudo piora quando o casal viaja e deixa Lady e o recém-nascido com Tia Sarah (Verna Felton). Além de não gostar de Lady, ela tem duas gatas malvadas que causam muitas confusões. A cachorrinha não vê outra saída a não ser fugir e, nas ruas, acaba se apaixonando pelo adorável Vagabundo, um vira-lata que sempre lutou para sobreviver.

Às 16h45, o Telecine Fun exibe A Bela e a Fera, primeira animação a ser indicada ao Oscar de Melhor Filme. Não ganhou a estatueta nessa categoria, mas foi premiada com a conhecidíssima Trilha Sonora Original e Canção Original – Beauty and the Beast. No conto de fadas, Bela vive em um pequeno vilarejo na França com seu pai, Maurice. Quando ele é atacado por lobos na floresta, sai correndo e acaba chegando a um misterioso castelo. Ele rouba uma rosa do jardim para dar de presente à filha, provocando a ira da Fera, que o captura. Bela vai até lá e diz ao monstro que está disposta a tornar-se sua prisioneira em troca da liberdade de seu velho pai. Com o passar do tempo, ela descobre que a Fera não é tão assustadora quanto parece.

O especial segue com O Rei Leão e Anastasia. O primeiro, que vai ao ar às 18h25, estreou em 1994 e conquistou o público do mundo inteiro com a história do rei Mufasa, da rainha Sarabi e de Simba, o recém-nascido herdeiro do trono. Mas, para ser coroado, o pequeno terá que enfrentar armações de seu tio, o maquiavélico Scar, que está de olho no legado. Embalada por músicas que viraram hits, a produção levou duas estatuetas no Oscar: Trilha Sonora e Canção Original – Can You Feel the Love Tonight. Já no Globo de Ouro, foram três prêmios: Filme – Comédia/Musical, Trilha Sonora e Canção Original – Can You Feel the Love Tonight.

Anastasia, de 1997, arrebatou os fãs de animação com a princesa dublada por Meg Ryan. O filme encerra a sessão às 20h10, com a história da jovem que cresceu num orfanato, sem lembranças de seu passado, e tem a chance de reencontrar sua família com a ajuda dos trambiqueiros Dimitri e Vladmir. A dupla está de olho na recompensa oferecida pela grã-duquesa a quem encontrar sua neta desaparecida desde a Revolução Russa.

SERVIÇO: 

Às 15h20 – A Dama e o Vagabundo (Lady And The Tramp)
Direção: Wilfred Jackson, Clyde Geronimi e Hamilton Luske
Vozes de: Peggy Lee, Barbara Luddy e Larry Roberts
EUA, 1955. Animação. 75 min. Livre.
O filme está disponível no Telecine Play.

Às 16h45 – A Bela e a Fera (Beauty And The Beast (1991))
Direção: Gary Trousdale e Kirk Wise
Vozes de: Robby Benson, Angela Lansbury, Paige O’hara, Jesse Corti, Richard White e Rex Everhart
EUA, 1991. Animação. 82 min. Livre.
O filme está disponível no Telecine Play.

Às 18h25 – O Rei Leão (The Lion King)
Direção: Rob Minkoff e Robert Allers
Vozes de: Nathan Lane, Matthew Broderick, Rowan Atkinson, Jeremy Irons, James Earl Jones e Ernie Sabella
EUA, 1994. Animação. 84 min. Livre.
O filme está disponível no Telecine Play.

Às 20h10 – Anastasia (Anastasia (1997))
Direção: Don Bluth e Gary Goldman
Vozes de: Meg Ryan, Kelsey Grammer, John Cusack e Christopher Lloyd
EUA, 1997. Animação. 90 min. Livre.
O filme está disponível no Telecine Play.

Depois de encantar gerações nos cinemas, a versão em live-action de A Bela e a Fera, com Emma Watson no papel de uma heroína empoderada e independente, abre a Superestreia de 2018 do Telecine Play e do Telecine Premium, neste sábado, 6 de janeiro. Considerado o musical live-action de maior lucro da história, o filme está entre os primeiros no ranking de bilheteria mundial de 2017 e, só no Brasil, levou mais de 8,2 milhões de pessoas às salas de cinema.

Recriando a ambientação da consagrada animação de 1991, a Disney reverencia o passado e presenteia os fãs do conto de fadas com um mergulho na memória afetiva, desde as músicas originais até os cenários emblemáticos e os personagens carismáticos do castelo da Fera (Dan Stevens). O figurino luxuoso conta com peças como o clássico vestido amarelo que Bela usa no baile: ao todo, foram usados 2.160 cristais para montá-lo.

A história se passa no interior da França, país natal da atriz Emma Watson, intérprete de Bela, e mostra como a moça se torna prisioneira de Fera, depois de oferecer sua vida em troca da liberdade do pai capturado, Maurice (Kevin Kline). Dentro do castelo, ela passa a ter contato com objetos mágicos – e falantes –, além de descobrir que o local está sob um feitiço e que a criatura não é o monstro que aparenta ser. Outra dupla que merece destaque na produção é o canastrão Gaston (Luke Evans) e LeFou (Josh Gad). Enquanto o primeiro faz questão de exaltar sua masculinidade, seu parceiro LeFou até tenta evitar, mas seu desejo por Gaston fica cada vez mais explícito.

Para a experiência ser completa, no domingo, dia 7, o Telecine Pipoca exibe as versões de 1991 e de 2017 em sequência, a partir das 18h15. No Telecine Play, essas e outras produções da Disney estão disponíveis para o assinante assistir quando e onde quiser.

SERVIÇO:
A Bela e a Fera
Direção: Bill Condon
Elenco: Kevin Kline, Ewan McGregor, Emma Watson, Luke Evans,
Dan Stevens e Josh Gad
GBR e EUA, 2017. Fantasia. 125 min. 10 anos.

Sessão Superestreia
Dia 6/1, sábado, às 22h, no Telecine Play* e no Telecine Premium.
Dia 7/1, domingo, às 20h, no Telecine Pipoca, no Programa Duplo A Bela e a Fera. Às 18h15 vai ao ar A Bela e a Fera (1991).

* a Superestreia também fica disponível a qualquer momento no Telecine Play
e pode ser assistida quando e onde o assinante quiser.

Segundo o Deadline, A Bela e a Fera: alcançou a bilheteria mundial de US$ 710,5 milhões, após 12 dias em cartaz. Desse valor, US$ 384,6 são de arrecadação do mercado internacional.

Com essa arrecadação nessa quantidade de dias, o filme saiu na frente de produções como Mogli – o Menino Lobo, Malévola e Cinderela.

O live-action de A Bela e a Fera está em cartaz nos cinemas.

Fonte: Omelete

[Cuidado, o texto a seguir contém spoilers]

O live-action A Bela e a Fera, estrelado por Emma Watson e Dan Stevens, possui algumas importantes diferenças em relação à animação clássica de 1991.

Que tal descobrir quais são essas diferenças?

Uma garota estranha

Desde a animação, os aldeões não conseguiam entender “essa garota estranha” por causa de sua afinidade com livros. Na nova versão, Bela (Emma Watson) não só está expandindo seu conhecimento, como está compartilhando com outros, ensinando outra menina a ler e até construindo uma máquina de lavar improvisada; e por isso mesmo é vista como ainda mais esquisita pela aldeia (que tem muito mais diversidade, devemos dizer). Bem que ela disse que queria mais que a vida no interior…

Um Príncipe mimado

Pela animação, sabemos que o Príncipe é mimado, egoísta e grosseiro, levando a si e os habitantes do castelo a sofrerem a maldição. O live-action de fato mostra o passado do Príncipe (Dan Stevens), explica o porquê de sua severa personalidade, e revela até mesmo como os funcionários do castelo não tentaram impedir a crueldade do jovem. Além disso, esclarece que não só o castelo foi encantado mas a cidade inteira, fazendo com que todos se esquecessem da existência da família real.

Um LeFou questionador

LeFou (Josh Gad) tem mais participação no live-action do que na animação original. Além de ser o primeiro personagem homossexual da Disney – confuso sobre seus sentimentos em relação a Gaston (Luke Evans) –, o “capanga” questiona algumas atitudes do vilão e acaba surpreendendo ao longo da trama. Pois é, ele não é tão mal quanto Gaston, parece.

A motivação do aprisionamento

Na animação, o pai da Bela se perde na floresta, busca refúgio no castelo da Fera e acaba preso por “intrusão”. A nova versão segue o conto de fadas original: Maurice (Kevin Kline) entra e sai do castelo livremente, se assustando com os objetos falantes (ao invés de aceitá-los normalmente como no desenho). Porém, ele é pego tentando roubar uma rosa para Bela – uma tradição anual entre pai e filha – e acaba preso pela Fera. Convenhamos, intrusão é uma coisa; invasão e roubo são outras bem diferente…

Uma heroína empoderada

A Bela da animação se oferece para tomar o lugar de seu pai como prisioneira – uma decisão que a Fera aceita sob as objeções de Maurice. No live-action, a “troca” é feita sem nenhuma “permissão”: Bela espertamente faz com que a Fera abra as portas da cela para uma última despedida; então empurra Maurice para fora e se prende lá dentro. Da mesma forma, no desenho, é a xícara Zip quem salva Bela e seu pai quando estão presos a pedido de Gaston, mas na nova versão os dois escapam sozinhos.

Um novo personagem

A nova versão apresenta um novo personagem: Maestro Cadenza (Stanley Tucci), que foi transformado em piano no primeiro andar quando o castelo foi amaldiçoado. Ele é casado com a Madame Garderobe (Audra McDonald), que virou guarda-roupa no quarto do segundo andar. A trama da constante separação deles faz o público criar empatia pelos personagens, especialmente na canção inédita “Days in the Sun” (“Doce Visão” em português).

Uma mãe misteriosa

Na animação, a mãe da Bela nunca foi mencionada. Isso muda no live-action, que explica que ela morreu da peste negra quando a filha era bebê. A revelação acontece quando a Fera mostra para Bela um livro mágico que permite que eles visitem qualquer lugar do mundo, e ela escolhe ver a Paris de sua infância. A canção inédita “How Does a Moment Last Forever” (“Cores do Momento”, em português) – entoada em diversas cenas do filme, ora por Kevin Kline, ora por Emma Watson, e com versão comercial de Céline Dion – coroa a história da mãe da protagonista.

Um verdadeiro vilão

Na versão animada, Gaston é um pateta egocêntrico que paga monsieur D’Arque, chefe do asilo, para dizer que Maurice era louco e levá-lo para o preso, deixando Bela livre para se casar. Mas no live-action, o papel de D’Arque (Adrian Schiller) é mínimo na narração, pois Gaston faz verdadeiras vilanias e lida com Maurice com suas próprias mãos, sendo, inclusive, questionado por LeFou, cuja lealdade por ele é abalada ao longo do filme.

Uma música para a Fera

Na clássica animação, a Fera não solta a voz em nenhum momento. Isso também muda na nova versão. Alan Menken, responsável pela trilha sonora das duas produções, compôs “Evermore” (“Nunca Mais”, em português), inspirada numa canção do musical da Broadway de A Bela e a Fera, cantada por Dan Stevens no filme e por Josh Groban na versão comercial. A música é entoada de forma emocionante depois que a Fera deixa a Bela ir embora, sabendo que, assim, sua maldição nunca seria quebrada.

Uma consequência para cada pétala

A maldição dizia que, quando a última pétala da rosa caísse, caso o Príncipe não tivesse aprendido a amar e ser amado, ele permaneceria Fera para sempre. Mas a animação não mostra as consequências para os demais personagens – fora o fato de que eles continuariam sendo objetos. O live-action expande esse efeito: a cada pétala que cai, uma parte do castelo desmorona, enquanto Lumière, Horloge e os outros passam a ter seus movimentos limitados, caminhando para se tornarem objetos inanimados de vez.

Depois deA Bela e a Fera, o próximo filme da Disney que reimagina seus desenhos em versão live-action será a versão com atores de O Rei Leão. Circula na rede um comunicado que notifica que as filmagens começarão em maio, em Los Angeles (via Omega Underground).

Parte do elenco já está escalada. Donald Glover (Atlanta, Han Solo: A Star Wars Story) será o responsável por viver Simba no longa. Enquanto isso, James Earl Jones, o Darth Vader, será Mufasa, repetindo o papel que ele fez na animação original de 1994.

Jon Favreau, que recentemente dirigiu o remake de Mogli: O Menino Lobo para a Disney, cuidará tanto de The Lion King quanto da continuação de Mogli.

Lançado em 1994, a animação original de O Rei Leão foi um dos maiores sucessos da Disney naquela década, com bilheteria global de US$ 968 milhões. O filme recebeu quatro indicações ao Oscar e venceu em duas categorias: Melhor Canção Original (“Can You Feel The Love Tonight”) e Melhor Trilha Sonora.

O Rei Leão estreia em 2018.

As primeiras estimativas da bilheteria do fim de semana nos EUA indicam que a estreia de A Bela e a Fera, que nas projeções da Disney já ficariam acima dos US$ 150 milhões, pode chegar a US$ 177 milhões nos três primeiros dias em cartaz. Isso bateria o recorde de Batman vs Superman, a maior estreia do mês de março até hoje no país, com US$ 166 milhões.

Por enquanto, a fantasia da Disney já supera BvS na comparação das pré-vendas pelo site Fandango. Em outra comparação, A Bela e a Fera pode se tornar a maior abertura da carreira da atriz Emma Watson, caso faça US$ 169,1 milhões, assim superando o último filme de Harry Potter. Se a previsão de US$ 177 milhões levantada por analistas ao Deadline se confirmar, o longa terá feito a sexta maior abertura de todos os tempos nos EUA (sem ajuste de inflação), à frente de Homem de Ferro 3 (US$ 174,1 milhões).

Por enquanto, na sexta-feira de abertura, A Bela e a Fera ainda está atrás de BvS: US$ 65,3 milhões contra US$ 81,55 milhões. Vamos acompanhar.

Lançada em 1991, a versão animada de A Bela e a Fera faturou mais de US$ 375 milhões e recebeu uma rara indicação ao Oscar de Melhor Filme. O longa com atores e computação gráfica estreou no Brasil na quinta-feira.