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A Netflix divulgou nesta segunda-feira, dia 30 de abril, que segunda temporada de 13 Reasons Why estreia no dia 18 de maio. A nova temporada 13 Reasons Why retrata as consequências da morte de Hannah e a difícil jornada dos personagens rumo à recuperação. A escola Liberty se prepara para ir a julgamento, mas alguém quer impedir a todo custo que a verdade sobre a morte de Hannah venha à tona. Fotos ameaçadoras levam Clay e seus colegas à descoberta de um segredo terrível – e uma conspiração para encobri-lo.

Recursos para a segunda temporada

Em preparação para o lançamento da segunda temporada, novos recursos serão adicionados ao site 13ReasonsWhy.info, incluindo um Guia de Discussão atualizado e uma nova Série de Discussões – um conjunto de vídeos no qual  o elenco aborda diversas questões, incluindo bullying, assédio sexual e abuso de drogas. Você leitor, pode e deve conhecer essas ferramentas no 13ReasonsWhy.info, caso precisem de ajuda ou apoio. No Brasil, o leitor que precisar, ainda pode contar com os serviços gratuitos do Centro de Valorização da Vida (CVV), que disponibiliza seus atendimentos na internet, no telefone ou pessoalmente. Acesse: www.cvv.org.br.

Assista ao vídeo:


Para maiores informações, acesse o link netflix.com/13reasonswhy e Facebook.com/13ReasonsWhyBR/.

Esse texto é pra você aprender a fazer a cult na mesa do bar.

No mês em que as paletas de cores viraram memes, e o elogio a fotografia virou deboche, é sempre bom relembrar o por que da importância visual das cores no cinema.

A psicologia das cores:
É claro que você não vai precisar ler um livro inteiro da Eva Heller para entender o conceito de emoções que as cores transmitem mas seria muito legal se você lesse.

Esse recurso também é muito usado em campanhas publicitarias as cores sempre são utilizadas para alterar ou aumentar nossa percepção. No audiovisual, além das emoções as cores são muitas vezes utilizadas para pra contar parte da historia, um exemplo bem recente desse é a serie 13 Reason Why:

Na série, o recuso foi utilizado para montar uma linha do tempo. Quando a narrativa é mostrada no passado os tons são quentes, pois Hannah Baker está viva. Quando a narrativa volta para o presente os tons de cores são frios, dando ar um ar melancólico.


Quem determina a paleta de cores?
No cinema é tudo um grande processo, o diretor do filme vai informar sua ideia a direção de arte, que é a responsável por determinar a paleta de cores. Já o diretor de fotografia é encarregado de fazer a captação. 

Alguns filmes em que a paleta de cor é tão importante, que é quase um personagem:

O Magico de Oz, 1939


A Trilogia das cores, do diretor Krzysztof Kieślowski:

A Liberdade é azul, 1993

A igualdade é branca, 1994

A Fraternidade é Vermelha, 1994


Her, 2013:


Ou qualquer filme do Wes Anderson:

A Vida Marinha de Steve Zissou, 2004 O Grande Hotel Budapeste, 2014

Alguns meses após toda a discussão gerada, um estudo publicado pela JAMA Internal Medicine demonstrou o impacto que 13 Reasons Why teve na internet.

A pequisa observou um aumento em pesquisas relacionadas à suicídio nas semanas seguintes ao lançamento do seriado da Netflix, mostrando aumento parecido nas buscas de prevenção e métodos de tirar a própria vida – tema ao qual o programa é fortemente criticado por incentivar. “Não podemos certificar se as pesquisas de ‘Como se matar’ foram feitas por pura curiosidade ou por indivíduos suicidas contemplando uma tentativa“, esclarece.

A equipe de médicos responsável pelo artigo acadêmico então nota que, mesmo com incerteza relacionada à finalidade das pesquisas, o efeito negativo vêm de descuidos da produção. “Os produtores deveriam ter tomado medidas para diminuir o número pesquisas relacionadas à métodos suicidas, como foi encorajado por especialistas. Por exemplo, prestar mais atenção às normas de prevenção de suicídio poderia ter protegido contra efeitos não-intencionados.Especificamente, a equipe de pesquisa aponta que a série se beneficiaria de enfatizar a busca por ajuda ao prover informações listando passos de prevenção antes e depois de cada episódio, como sugerir a Linha Nacional de Prevenção de Suicídios.

Além disso, a escolha de mostrar graficamente a morte da protagonista foi uma decisão controversa, com evidências sugerindo que descrições detalhadas de como e onde uma pessoa cometeu suicídio pode ser um fator para indivíduos vulneráveis contemplando a tentativa.

Por fim, o estudo conclui que a influência da série é inegável, mas que é preciso prestar mais atenção no que 13 Reasons Why deixou de lado. “Fica claro que há uma forte resposta ao seriado que pode encorajar outros a produzir programas parecidos. Sendo esse o caso, é imperativo que os produtores e transmissoras demonstrem que são responsáveis etica e socialmente ao aderirem às normas de comunicação segura e provendo aos jovens espectadores, e os adultos em suas vidas, com os recursos necessários para processar conteúdo emocional, especialmente dado que tal conteúdo é oferecido para ser assistido por curto período de tempo (maratonas).

Essa imersão na história e imagens podem ter um forte efeito em adolescentes, cujo os cérebros ainda estão desenvolvendo a habilidade de inibir certas emoções, desejos e ações. Finalmente, mesmo que seja reconfortante ver um aumento no número de pesquisas de prevenção de suicidio, essa maior atenção devem ser acompanhada por uma melhora correspondente na preparação para identificar e intervir em jovens com risco de suicídio.

Em comunicado, a Netflix respondeu a publicação do estudo [via Hollywood Reporter]: “Nós sempre acreditamos que esse programa iria aumentar a discussão sobre esse assunto tão tenso. Esse estudo experimental confirma isso. Estamos de olho em mais pesquisas e levando em conta todo aprendizado enquanto nos preparamos para a segunda temporada.

A segunda temporada de 13 Reasons Why já começou a ser gravada, de acordo com uma postagem no Snapchat da atriz Katherine LangfordBrian Yorkey, produtor da atração, revelou que, apesar do primeiro ano ter encerrado o ciclo das fitas de Hannah, a história da jovem que cometeu suicídio não está acabada e que ela estará de volta na nova fase.

[Cuidado com spoilers!]

13 Reasons Why foi renovada para sua segunda temporada, mas a decisão da série de exibir cenas fortes de suicídio, bullying e violência sexual em seu primeiro ano continua rendendo discussão. Em entrevista à Entertainment Weekly, o produtor Brian Yorkey falou mais sobre a decisão de exibir cenas como a de Hannah Baker (Katherine Langford) tirando a própria vida.

Era extremamente importante que fizéssemos tudo o que estivesse ao nosso alcance para dizer a verdade. No caso dos eventos mais traumáticos do show, sentimos a responsabilidade real de não desviar o olhar para eles. A tentação de contar essa história de uma forma que torna mais fácil de assistir equivale a não dizer a verdade. Então, onde nós fomos ousados, só fomos ​​porque a verdade é poderosa e às vezes difícil.

No livro homônimo de Jay Asher, a morte de Hannah não é explicitada – há rumores inclusive de que a jovem tenha se matado com uma overdose de remédios. Yorkey conta que especialistas foram consultados antes da decisão de mostrar a morte da adolescente na banheira, cortando os pulsos.

É uma seqüência muito brutal e muito difícil de assistir, discutimos muito isso. Tivemos alguns médicos maravilhosos que nos ajudaram a entender como seria a experiência para Hannah e de que maneira as representações anteriores de suicídio, especialmente quando feitas por adolescentes, haviam sido esteticamente suavizadas. Nós nos dispomos a retratar isso da forma mais verdadeiramente possível.

Não é algo tão inédito assim a abordagem da temática do suicídio na ficção, mas, diferentemente de filmes como Sociedade dos Poetas Mortos ou produções semelhantes, 13 Reasons Why manteve a câmera sobre Hannah em cada minuto de sua decisão. “Quando essas coisas acontecem em livros, filmes ou programas de TV, não as vemos, e ficamos confortáveis ​​com isso. Então nos perguntamos por que as pessoas não entendem quão horríveis são essas coisas“.

Vale lembrar que as cenas geraram um forte debate sobre o impacto delas na vida de adolescentes fragilizados e que, como resposta, a própria Netflix criou o especial Beyond the Reasons, onde elenco, criadores e profissionais discutem as temáticas abordadas no programa.

Para Yorkey, 13 Reasons Why tem dois temas centrais: “Você nunca sabe realmente o que está acontecendo na vida de outra pessoa e tudo influencia tudo“.

Netflix divulgou recentemente a renovação da série para mais uma temporada. Brian Yorkey, produtor da atração, revelou que, apesar do primeiro ano ter encerrado o ciclo das fitas de Hannah Baker (Katherine Langford), a história da jovem que cometeu suicídio não está acabada e que ela estará de volta na nova fase.

A primeira temporada do seriado acompanha Clay Jensen, adolescente que recebe uma caixa com sete fitas de áudio gravadas por Hannah Baker, sua antiga paixão de escola que cometeu suicídio duas semanas antes.

Fonte: Omelete

Sob o clima atemporal de Reunion (M83), Bored (Billie Elish) e Fascination Street (The Cure), eis que revivo a história alarmante de Hannah Baker, numa espécie de loop do cinema para com o espectador comovido. Um efeito e tanto, bastante comum quando assistimos qualquer  boa série ou filme com trilha legal…
… Pode parecer um cenário lúdico, envolvente, belo, comparado ao que logo surge em seriedade e trama. Trata-se da não rara situação do “tirar a vida”, a própria vida.
Assistida em etapas para processamento e em bom áudio e imagem para que a voz de Hannah não seja somente para Clay, a mais recente produção da Netflix colabora com um tema tabu e com uma razoável cinematografia. Fica até, por ora, desarmônico escrever uma espécie de crítica de algo que é da mídia do streaming, mas que aborda o que é tão social e polêmico perto de nós, a sociedade.
Mas é ok estarmos aqui nesta ínfima análise , já que pessoas do mundo da arte, que não são tão levadas a sério, tiveram a atitude de criar um roteiro de suspense dramático , para apresentar em uma série o suicídio de uma garota. E assim mostrar, através desta série a personalidade e comportamento, a construção social, o estopim  da mente e do sentimento. Pelo menos, é o que se sabe ser o que “contribui” para um indivíduo chegar à escolha de não suportar mais. Como foi a de Hannah em 13 Reasons Why.
Sem precisar focar na já conhecida perturbada vida escolar de um adolescente, a série já pula esta parte e nos adianta o que interessa. Que algo sério aconteceu. Que não é brincadeira. Que não é somente fazer mais um seriado para o catálogo e para dar joinhas na tela.  A forma como é contada a história de Hannah, torna possível a quem assiste a aproximação com Clay e o que ele, somente ele, tem que “lutar” para não ser em vão seu amor pela garota. Gravações em videocassetes como se fosse um diário arquitetado, abrem caminho para descobrir que havia grande disposição de Hannah em apontar suas pequenas tragédias sociais.
Ao longo dos 13 episódios, vai se desintegrando a rede para a queda de Hannah. Somos tocados pela falta de persistência e autoconfiança de uma jovem. A jovem que “dá a última oportunidade ” de seguir com a vida, a um especialista que jamais notaria que a tal garota estaria pensando num suicídio. Nesse diálogo entre Hannah e o conselheiro da escola, há uma característica que há de se odiar nos filmes e séries – a quebra de falas. O gaguejar dos personagens que não o deixam dizer por completo o que querem, e aí fica subentendido que a jovem estava sofrendo e pedia ajuda. Nas conversas da não ficção, isto pode não parecer forçado, mas afinal a pessoa nunca iria falar com todas as letras o que pretenderia cometer.

Immagine di 13 reasons why

Ao longo dos relatos de atitudes insensíveis e demolidoras da perspectiva mínima de Baker, o que resta a ser feito é justificar, corrigir, ameaçar, expor, tudo encarregado por Clay.  Parece irônico produzir um roteiro de combate levantando soluções vingativas, mas afinal a série se baseia somente na perspectiva de Hannah, o que causa desconfiança.
 Ainda que se ache o conceito do roteiro dramático demais, ou inocente demais, não deve-se deixar de lembrar do fatídicoAcredito que pra situações como a de Hannah, há soluções profundas e especiais. Ter Jesus ou certa crença como centro se sua vida; se acalentar no poder milagroso da música; tratamentos reais terapêuticos; conversa boa ; e , o mais importante, se conhecer. Baker teve dificuldade em se conhecer e determinar que as pessoas falham, e sempre vão. E que assim é a vida. Por outro lado, não há como culpa-la. Tome-se como exemplo a série. Grande projeto midiático, necessário, feita para que não se culpe pessoas como Hannah Baker.
Porém, assim como o Alex, da série, é tão realista e carregado do peso da vida e de consciência, é de se observar o que também é realista – o êxito para impedimento de um suicídio pode ser um caminho que muitos não estão atentos. A série mostra isso. Até que alguém perceba, o dano já afetou .
Mas ainda que o tema abordado seja de peso, de certa forma até difícil de ouvir e falar, a série já tem alcançado um grande público em menos de 1 mês de lançamento. Ainda que, pelo lado social, 13 Reasons Why tenha pequenas falhas e tenha exaltado a questão de uma “vingança”; pelo lado cinematográfico houve uma feliz seleção para a soundtrack melódica e reveladora dos adolescentes e jovens pós modernos. Hits como Love will tear us apart (Joy Division), Hey hey, my my (Neil Young),  mixam a melancolia com o estilo post pop, um cool adolescente de bandas indies atuais.  Doing it to death (The Kills), Reunion (M83), Run boy run (Woodkid), Bored (Billie Elish) e Into the Black (The Chromatics).

 

O Hollywood Reporter confirmou a renovação de 13 Reasons Why para sua segunda temporada. O site diz que os 13 novos episódios chegam à Netflix em 2018 e vão abordar os acontecimentos após a morte de Hannah e a complicada jornada de recuperação dos personagens. [Atualização]A Netflix confirmou as informações com o teaser abaixo:

Brian Yorkey retorna como showrunner, mas não há detalhes sobre o retorno do elenco, incluindo se Katherine Langford vai aparecer como Hannah em possívels flashbacks. Há poucos dias, Yorkey afirmou que a história da personagem não tinha terminado – leia aqui.

A primeira temporada do seriado acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette), adolescente que recebe uma caixa com sete fitas de áudio gravadas por Hannah Baker (Katherine Langford), sua antiga paixão de escola que cometeu suicídio duas semanas antes.

Fonte: Omelete

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Netflix está negociando a renovação da série adolescente 13 Reasons Why para sua segunda temporada. Segundo a publicação, a grande repercussão do programa nas redes sociais é um dos principais motivos para a atração ganhar um novo ano.

Fontes do site afirmam que os roteiristas já estão trabalhando nos novos episódios há algumas semanas. Apesar da negociação em estágio avançado, o THR diz ao site que o contrato ainda não foi fechado. A Netflix não comentou a notícia.

Não há informações sobre a trama da segunda temporada ou data de lançamento.

Fonte: Bode na sala

[Cuidado com spoilers abaixo]

Uma das dúvidas dos fãs de 13 Reasons Why era os motivos que levaram Zach (Ross Butler) a não atender as ligações de Justin (Brandon Flynn) em um momento crítico. Segundo Butler, esse é um momento de reflexão do personagem onde ele começa a descobrir quem ele verdadeiramente é (via EW).

“Justin era seu melhor amigo, pois eles estão no time juntos e tem uma história. Eles se conhecem há muito tempo, mas existe uma fala durante a cena com quase todas as razões. ‘Justin é o meu melhor amigo, mas você acha que ele se importa comigo nesse momento ou com o que eu quero agora?’. E isso revela muito do que está na cabeça de Zach, pois ele está questionando sua amizade e quem vai lhe apoiar, e quando ele está na mesa com a mãe e a irmã, ele entende que essas pessoas que se importam com ele”, afirmou.

O ator ainda explica que Zach amadureceu por conta da morte de Hannah e por descobrir que ele carregará o fardo de uma pessoa ter tirado a própria vida por conta de um ato seu. “Ele tira um momento para ficar longe da influência dos amigos e do que eles estão dizendo, e tira um tempo para ele, para descobrir quem ele é e sobre o que ele se importa”.

A série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette), adolescente que recebe uma caixa com treze fitas de áudio gravadas por Hannah Baker (Katherine Langford), sua antiga paixão de escola que cometeu suicídio duas semanas antes.

Fonte: Omelete

Jay Asher autor do livro, diz que pensou em continuação, mas acabou não escrevendo.
Em entrevista à  Entertainment WeeklyJay Asher, autor de Os 13 Porquês, base da série da Netflix 13 Reasons Why, revelou que gostaria de ver uma segunda temporada do programa.

Gostaria de uma continuação para todos aqueles personagens…O que acontece com Clay? Como as pessoas reagem ao que Alex fez no final? O que acontecerá com o Sr. Porter? Pensei em uma continuação em um determinado momento, trabalhei com algumas ideias, mas decidi não escrever. Então adoraria ver isso“, explicou. Também em entrevista para a EW, Asher revelou que originalmente Hannah não morreria – 

A série da Netflix acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette), adolescente que recebe uma caixa com treze fitas de áudio gravadas por Hannah Baker, sua antiga paixão de escola que cometeu suicídio duas semanas antes. 

Fonte : Omelete

Por mais que muitos acreditassem que o tema de suicídio tratado em 13 Reasons Why pudesse desencadear uma onda de mortes entre adolescentes, não foi nada disso que aconteceu. Segundo a ONG Centro de Valorização da Vida, as ligações de pessoas pedindo ajuda com questões suicidas aumentaram 100% após lançamento da série.

Eles afirmam que várias pessoas citaram a série como fonte de pesquisa e pediram ajuda para poder compreender melhor o que eles estão sentindo e como pedir ajuda nestes tipos de casos. A trama que 13 Reasons Why gira em torno de Hannah, uma garota que sofreu bullying e violência sexual e acaba se matando, deixando para as pessoas que causaram aquilo fitas cassetes explicando todos os seus motivos.

Segundo o HuffPost Brasil, foram 25 ligações citando 13 Reasons Why.

As ligações para o CVV são gratuitas e podem ser feitas ligando para o número 141, com voluntários que não se identificam e nem pedem para que as pessoas se identifiquem. Você também pode entrar em contato com eles pelo site, conversando via Skype ou via chat.

13 Reasons Why foi lançada na última sexta-feira na Netflix e conta com 13 episódios.

E, felizmente, a mensagem que a série queria passar foi recebida com sucesso!