Autor: Marcela Araújo

21 anos. Carioca. Estudante de Cinema e Audiovisual. Apaixonada por estórias!

O ano ainda não acabou! No dia primeiro de dezembro a Netflix lançou sua mais nova série original: Dark. Criada por Baran bo Odar e Jantje Friese, a produção alemã conta a história de quatro famílias que vivem em uma pequena cidade onde o desaparecimento de um garoto desencadeia uma série de acontecimentos que afetará a todos.

Estrutura Narrativa

Já nos primeiros minutos do piloto somos surpreendidos pela morte de um personagem (plot ótimo para um início de enredo), ficamos curiosos por saber quem ele é e qual o motivo de sua morte. Logo depois são apresentados os integrantes dessas famílias e como eles estão relacionados, ao mesmo tempo em que pistas dos mistérios que acontecem na cidade são introduzidas.

Os três primeiros episódios – apesar de cada vez mais intrigantes – podem parecer longos e um pouco arrastados, porém são extremamente importantes para a construção da narrativa. A quantidade de personagens também pode ser um problema no início, mas com o passar dos episódios vamos conhecendo melhor a história pessoal de cada um e isso deixa de ser uma confusão.

A partir do episódio 4 as coisas começam a fluir em um ritmo mais acelerado e dai em diante a vontade é ver todos os eps um seguido do outro sem parar. Algumas questões vão ficando claras enquanto outras ainda mais enigmáticas surgem até chegarmos no último episódio que não revela quase nada dos maiores mistérios da trama deixando as perguntas para uma segunda temporada.

Isso seria um problema em muitas produções. Normalmente quando uma temporada de série termina com mais questões que respostas existe uma falha de roteiro, diferente do cinema em que o telespectador pode ver um filme com um final totalmente aberto para interpretações, em um seriado esse aspecto não é bom (ex: final de Lost) e pode, em alguns casos, até comprometer a obra – principalmente se ela não for renovada para uma próxima temporada. No entanto Dark não parece errar nesse ponto, a sensação é de que a primeira temporada é justamente a elaboração dessas perguntas para que na próxima elas sejam respondidas.

Personagens

Comentados o enredo e a estrutura da série, seguimos para o quão interessante são as personalidades dos personagens. Ponto fortíssimo da série! Cada um tem um jeito próprio e características, repito, extremamente interessantes, e importantes de serem representados. Obsessão, violência, bullying, surdez…

Ainda falando sobre os personagens, é de se notar a incrível semelhança de cada atriz/ator em cada tempo (seleção minuciosa feita pelo casting). Não só as características físicas que já são muito bem representadas, desde uma cicatriz, a um sinal ou uma verruga, trabalho sensacional da equipe de arte (que também traz ótimos figurinos e cenários próprios dos anos 50 e 80 e aquela capa de chuva amarela maravilhosa), mas nos gestos e características também (ótimas atuações do elenco). Charlotte, Hannah, Katharina, Ines, Helge… tudo muito verdadeiro.

Fotografia

A parte técnica não fica atrás, a direção de fotografia combina muito com atmosfera da série e é tão dark quanto o título. Cores frias, pouca luz e enquadramentos que compõe a narrativa: plano e contra plano rápido em uma discussão, close-ups sufocantes em uma revelação, tela dividida, muitos planos em zenital (de cima pra baixo em ângulo de 90º), planos gerais de tirar o fôlego mostrando o ambiente… Tudo é harmônico, tudo casa.

Som

Assim também acontece na sonografia, cada música, cada som e cada trilha instrumental encaixa de forma perfeita com o que acontece em cena. Além das músicas atuais super envolventes, o plot de viagem no tempo é aproveitado e temos hits dos anos 80 e clássicos dos anos 50, fora algumas canções na língua alemã que são muito boas também.

Avaliação

Dark têm 88% de avaliação positiva da crítica especializada e 94% do público no Rotten Tomatoes e 8.8 no IMDb. Esta não é uma série apenas de mistério, mas um enredo inteligente com doses equilibradas de suspense e drama e uma análise instigante do tempo e o que ele representa em nossas vidas. Além de tudo o que foi dito acima!

★★★★★ – EXCELENTE

“A distinção entre o passado, o presente e o futuro é só uma ilusão”.

Albert einstein

Stranger Things voltou com tudo e estamos cada vez mais apaixonados por El, Mike, Lucas e Dustin. Will, que teve destaque nesta temporada, também ganhou nosso coração e Max chegou com atitude complementando o time de crianças mais fofas e estilosas das produções audiovisuais.

Contudo, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Gaten Matarazzo e Sadie Sink não são os únicos e nem os primeiros atores e atrizes mirins a darem um show nas telas.

Confira 5 filmes com grupos de crianças que lembram a série Stranger Things!

1. It: A Coisa (2017)

Com roteiro de Chase Palmer, Cary Fukunaga e Gary Dauberman e dirigido por Andy Muschietti, o filme é uma adaptação do livro de mesmo nome de Stephen King, lançado em 1986 e conta a história de sete crianças de Derry, uma cidade do Maine, que são aterrorizadas por Pennywise, um palhaço que se alimenta do medo deles.

No elenco infantil estão Sophia Lillis (Beverly), Jaeden Lieberher (Bill), Jack Dylan Grazer (Eddie), Wyatt Oleff (Stanley), Chosen Jacobs (Mike), Jeremy Ray Taylor (Ben), Jackson Robert Scott (George) e Finn Wolfhard (Richie), o Mike de Stranger Things.

Em 1990 o livro foi adaptado para um telefilme com título It – Uma Obra-Prima do Medo (no Brasil) e contou com Annette O’Toole (Beverly), Richard Thomas (Bill), Dennis Christopher (Eddie), Richard Masur (Stanley), Tim Reid (Mike), John Ritter (Ben) e Harry Anderson (Richie).

2 – Super 8 (2011)

Um grupo de amigos apaixonados por cinema estão gravando um filme com uma câmera super-8 quando presenciam um terrível acidente de trem que desencadeia uma série de coisas estranhas. Produzido por ninguém menos que Steven Spielberg, Super 8 foi escrito e dirigido por J. J. Abrams.

No elenco principal estão Joel Courtney (Joe), Riley Griffiths (Charles), Ryan Lee (Carey), Zach Mills (Preston), Gabriel Basso (Martin) e Elle Fanning (Alice).

3 – Conta Comigo (1986)

Baseado no conto The Body (no Brasil, “O Outono da Inocência – O Corpo”) presente na coletânea “As Quatro Estações” de Stephen King, o drama trás no enredo a história de um escritor que se recorda de quando ele e três amigos saíram juntos em busca do corpo de um adolescente que estava desaparecido na mata há mais de três dias, vivendo uma jornada de auto-descoberta que os marcaria para sempre.

Conta Comigo foi dirigido por Rob Reiner e escrito por Raynold Gideon e Bruce A. As crianças foram interpretadas por Wil Wheaton (Gordie), Corey Feldman (Teddy), Jerry O’Connell (Vern) e River Phoenix (Chris), que viria a falecer menos de uma década depois vítima de insuficiência cardíaca induzida por drogas, encerrando sua promissora carreira.

4 – Os Goonies (1985)

Também produzido por Spielberg, escrito por ele e Chris Columbus, e dirigido por Richard Donner, Os Goonies conta as aventuras de um grupo de amigos em busca de um tesouro, enfrentando terríveis armadilhas e outros perigos. O filme foi extremo sucesso na época de seu lançamento.

Interpretando as crianças Sean Astin (Mickey), Corey Feldman (Bocão), Ke Huy Quan (Dado), Jeff Cohen (Gordo), e os jovens Kerri Green (Andy), Martha Plimpton (Stef) e Brand (Josh Brolin).

5 – Et – O Extraterrestre (1982)

Ainda falando de Spielberg, não poderia faltar o clássico atemporal Et – O Extraterrestre. O filme considerado um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema foi dirigido por Steven e escrito por Melissa Mathison e trás no enredo a história de um alienígena que faz amizade com um garoto de 10 anos e seus irmãos, colocando-os em grandes enrascadas e muitas aventuras enquanto tenta voltar para casa.

Henry Thomas (Elliot), Drew Barrymore novinha (Gertie), Robert MacNaughton (Michael) e Drew Barrymore (Gertie) novinha, formam o elenco infantil/juvenil do longa.

A série Stranger Things faz referências a alguns desses filmes e muitos outros e parece que seu sucesso está trazendo a criançada de volta para as telonas. Será que vamos reviver um pouco dos anos 80 na sétima arte?

Quais filmes ou obras audiovisuais com grupos de crianças você assistiu? Comente.

A sétima e penúltima temporada de Game Of Thrones (A Guerra dos Tronos) teve sua season finale há apenas dois meses e já estamos em abstinência. Ao que tudo indica a season 8 da série só será exibida em 2019, isso significa quase dois anos sem GoT!

D O I S  A N O S.

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A boa notícia é que durante o longo tempo em que viramos filhos da tormenta aguardando o retorno de uma das melhores séries da atualidade podemos descobrir mais sobre o universo e nos conectar com pessoas que também amam falar de GoT no aplicativo Thrones Amino, um app que é como um fórum, chat e comunidade, tudo em um lugar só!

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No Thrones você encontra enquetes, memes, quiz… também tem muita teoria e uma super Wiki com tudo sobre as casas, famílias e fatos históricos preenchida pelos próprios fãs. Também tem árvore genealógica e imagens de personagens dos livros que não estão na série – quem não tem curiosidade de saber como eles podem ser?

O Thrones Amino (que ganhou recentemente uma versão em português) pode ser baixado tanto no sistema Android quanto no IOS e é totalmente gratuíto.

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“Um jovem e talentoso motorista de fuga chamado Baby depende do ritmo de sua trilha sonora para ser o melhor do jogo. Quando ele conhece a garota de seus sonhos, Baby vê uma chance de abandonar sua vida criminosa e escapar de forma limpa.”

Baby Driver (no Brasil, “Em Ritmo de Fuga”) estreou nos cinemas nacionais no dia 27 de julho e está sendo considerado mundialmente um dos melhores filmes do ano, com nota 8,2 no IMDb.

Escrito e dirigido por Edgar Wright (Homem-Formiga e Scott Pilgrim), o longa tem produção de Tim Bevan, Eric Fellner e Nira Park, cinematografia de Bill Pope, música do ganhador do Oscar de melhor trilha sonora em 2015, Steven Price, direção de arte de Justin O’Neal Miller, edição de Jonathan Amos e Paul Machliss e está sendo distribuído no Brasil pela Sony Pictures.

Confira a crítica do filme (mas antes, coloque seus fones de ouvido e aperte o play!)

Muita ação para quem gosta – e quem não gosta – de ação. Comédia e romance na medida certa. Família, afetividade, lealdade e SURDEZ, isso mesmo, um filme de música que tem como um dos panos de fundo a deficiência auditiva. Isso parece ser bom, não é?

ENREDO

A história central não é nenhuma grande novidade, na verdade lembra muito a franquia Velozes e Furiosos: carros super rápidos, gangues, dinheiro envolvido, um pouco de romance e muitas cenas de ação. As diferenças estão nos detalhes que Edgar Wright põe em seu roteiro, como o paralelo que faz entre surdez e música e a calma e timidez do personagem principal apesar de toda a brutalidade a seu redor. Além disso, Wright ainda é capaz de nos surpreender com reações dos personagens que não esperamos.

ELENCO 

Um ponto fortíssimo foi a escolha do elenco: o veterano Kevin Spacey na pele do chefão do crime Doc, Jon Hamm como Buddy e sua amada Darling, interpretada por Eiza González, Jamie Foxx como o sinistro Bats, CJ Jones (um ator surdo) faz o carinhoso Joseph, Lily James a mocinha descolada Deborah e Ansel Elgort ARRASA como o protagonista Baby. Todos estão ótimos em seus papéis, mas Ansel está maravilhoso, é como se o papel fosse feito para ele e nenhum outro estivesse tão bem o interpretando. Além de sua fofura imensurável e muita química formando um casal com Lily James, Ansel ainda aprendeu técnicas para dirigir ele mesmo em algumas cenas, fez parkour e usou a ASL (língua americana de sinais), sem dublê.

DIREÇÃO

A direção Edgar Wright é SENSACIONAL. Logo no começo do filme ele nos apresenta um super plano-sequência (um plano sem cortes, filmado do início ao fim sem parar) cheio de sincronia e estilo. Aliás, estilo é sua marca registrada e está presente em todas as cenas de Baby Driver. Seguindo a linha Scott Pilgrim, Egdar também exagera nos planos e ângulos que por incrível que pareça não ficam confusos em meio a toda a ação, pelo contrário, ajuda a entender melhor o desenrolar das cenas. E em falar em ação, todas as cenas (mesmo que sejam um tanto quanto mentirosas) são muito bem feitas, adrenalina pura!

FOTOGRAFIA

O vermelho se destaca e parece ganhar um novo significado em Baby Driver. Segundo a psicologia da cores no cinema, o vermelho traz a ideia de violência, paixão e sedução. É claro, esse é um filme violento, que tem uma história de paixão e até um pouco de sedução, mas parece que o vermelho aqui está diretamente ligado com uma atmosfera retrô. Aliás, a paleta de cores inteira tem essa pegada, tudo é bastante colorido: azul, amarelo, verde, roxo… e sempre em tons fortes. A iluminação segue a mesma linha, apostando na intensidade das cores e luzes neon que trazem ainda mais estilo ao filme.

ARTE

A Direção de Arte (que trabalha junto com a equipe de fotografia na escolha dessas cores e do estilo que o filme seguirá), também está de parabéns. Os figurinos são simples, mas muito, muito estilosos: a pegada retrô da personagem de Lily James, como o café em que trabalha que parece ter saído direto dos anos 60 e seu uniforme (só faltou patins), os casacos de Baby e seus incontáveis óculos de sol e ipods, os trajes de “trabalho” de Darling, Buddy e Bats… A construção dos cenários, tudo com muitos detalhes, como o quarto de Baby e todos seus artefatos musicais. Os cabelos das atrizes principais seguindo suas personalidades, a maquiagem da cicatriz do acidente que Baby sofreu quando era criança… Tudo muito belo!

SONOGRAFIA

Chegamos ao ápice do filme: a trilha sonora (vocês ainda estão ouvindo?). A ligação do personagem principal com a música trouxe para a composição do longa uma incrível trilha sonora com músicas que se encaixam perfeitamente em cada momento: ação, romance, tristeza… o filme todo parece até uma compilação de vídeo-clipes. Os efeitos sonoros também são muito bem colocados e no momento exato em que Baby estiver batendo as pontas dos dedos na mesa o som de um piano rápido entrará em cena.

MONTAGEM

A montagem é fase final de um filme, mas isso não faz dela menos importante. É na edição que as imagens que irão para a tela são definidas e postas em sincronia. Baby Driver faz uso de muitos cortes, mostrando vários pontos de vista e usa uma técnica muito interessante de continuidade, o match cut (transição entre dois planos que são correspondidos de alguma forma, seja por algum movimento ou assunto). Também são adicionados ao enredo, nos pontos certos, flashbacks que mostram o passado de Baby e que são importantes para a história.

“Posso admirar um enquadramento preparado por um operador de câmera, ou ficar embaraçado pelo desempenho de um ator, mas é como um todo que eu gosto ou desgosto de um filme.”

(Jean-Claude Carrière)

Pois é mais que bom, Baby driver é EXCELENTE! ★★★★★

Mesmo com a velha mentira dos carros super rápidos fazendo manobras radicais e a personagem de Lily James aceitar certas coisas meio assim, é pelo TODO listado acima que Baby Driver está sendo considerado um dos melhores filmes do ano, com razão. Me arrisco ainda a dizer que Baby Driver é mais que um filme, mas uma EXPERIÊNCIA e essa experiência incrível deve ser vivida nas SALAS DE CINEMA para que seja completa, com uma tela enorme e um som potente.

Ficou interessado? Corra para o cinema enquanto é tempo!

 

No final do ano passado os fãs de Gilmore Girls receberam um super presente da Netflix com o lançamento do revival Um Ano para Recordar. Trazendo Amy-Sherman e Daniel Palladino de volta para o comando da série, a rede de streaming nos deu a oportunidade de saber após quase 10 anos como seria o fim de Rory e Lorelai pensado pelos criadores do original de 2000. Mas será que foi mesmo o fim?

Em seu livro de “coleção de ensaios sinceros” Falando o Mais Rápido que Posso, Lauren Graham nos dá uma pista:

“Afinal de contas, esperamos um tempão para ter a chance de terminar essa série e, agora, finalmente, Gilmore Girls acabou de verdade. Quero dizer, acabou, não é? Sim. Acabou mesmo. Mas, sério, você não acha que aquele final ficou meio aberto? Hmmmm…”

Sim. Ficou TOTALMENTE aberto!

Para os que ainda não assistiram o revival, a história reinicia poucos meses após a morte de Richard (Edward Herrmann, o incrível e saudoso ator que interpretava o personagem faleceu no final de 2014) na estação do ano Inverno. Os outros três episódios dão seguimentos as estações do ano: Primavera, Verão e por fim, Outono, no qual são ditas as famosas quatro últimas palavras.

ALERTA DE MUITO SPOILER APÓS ESSA IMAGEM!

Rory diz: “Mãe.” Lorelai responde: “Sim.” Rory completa: “Tô grávida.”

GRÁVIDA! Rory está grávida.

Ok, após esse choque a primeira coisa que pensamos é: quem é o pai do filho dela?

Em Inverno, Rory chega a Stars Hollow e logo depois seu atual – e totalmente desnecessário – namorado, Paul, aparece para o jantar que ela esqueceu que o tinha convidado.

Ainda nesse episódio Rory aparece em Londres com Logan. Depois do rompimento no fim da sétima temporada ela passou a ser uma das amantes do rapaz que está noivo de uma herdeira francesa.

Em Primavera, Rory dorme com um Wookie (um cara fantasiado de Wookie que não aparece em cena) que TALVEZ seja tão desnecessário quanto o Paul para o desenrolar da história.

While doing research for a GQ article, Rory roams the streets of New York and interviews people who stand in long lines for different phenomenons. While standing in line at a comic book store, Rory spends a lot of time with one group of line-dwellers, goes to a bar afterward, and has sex with a guy dressed up as a Wookiee.Em Verão, Rory está trabalhando no jornal de Stars Hollow quando Jess chega e os dois batem um bom papo que mostra o quanto ele amadureceu, ao contrário da filhinha da mamãe. Sabendo das dificuldades de Rory com a carreira, Jess a incentiva a escrever um livro sobre ela e Lorelai (ele sempre a conheceu MUITO bem, não é mesmo?).

Em Outono, Rory e Dean se esbarram no mercadinho do Taylor. Ao que parece ele está casado com uma mulher chamada Jene, que está grávida do quarto filho do casal. Nessa cena Rory pede permissão para escrever sobre ele no livro e Dean pergunta o que ela falará dele. Rory acaba fazendo uma super declaração de como ele foi um ótimo namorado.

Mas e aí, quem é o pai?

Vamos descartar Paul, não acredito que Amy escolheria um cara tão sem importância para ser pai do filho (ou filha) de Rory Gilmore. Ou pode ser que seja, como um personagem não importante ele pode estar ausente para que a história se repita e Rory possa criar o bebê sozinha. Mas Paul pareceu muito atencioso, sempre atrás dela mesmo com ela sendo totalmente idiota com ele, talvez ele não seria ausente… Descartado.

Logan, o mais provável. Se Logan for o pai tudo fará sentido, então vamos guardar ele para o final.

O Wookie pode ser o pai por ser um total desconhecido que ficará ausente da vida do filho, mas ainda acho que Amy não faria isso. O Wookie na verdade só deve ter entrado na história para aumentar as possibilidades (assim como Paul) e nos confundir.

Dean também não pode ser, Rory já tá sendo amante do Logan, não é possível que esteja sendo do Dean também (já que o cara tá casado e cheio de filhos). E ele JAMAIS seria ausente (acredito mesmo que isso é uma característica necessária para o pai do baby Gilmore) por ter sido um ótimo namorado pra Rory e por nesse diálogo no mercado do Taylor ter mostrado o quanto ama seus filhos falando deles cheio de sorrisos.

Finalmente, Jess. Jess poderia ser o pai, ele parece visitar Stars Hollow de vez em quando, ele e Rory mantém uma boa relação… Mas é ai que voltamos ao Logan.

Com Logan casado ou Rory esconderá dele a paternidade ou como o babaca que é quase sempre, mesmo sabendo, ele pode seguir os passos de Christopher e ser totalmente ausente da vida do filho, talvez visitando-o apenas de vez em quando já que mora em outro estado e agora tem uma família. E se Logan segue os passos de Chris, é claro, Jess segue os do seu tio Luke.

Jess ainda a ama, e provavelmente continuará sendo amigo dela sem revelar seus sentimentos. Rory deve cometer os mesmos erros da mãe, insistir em Logan enquanto tem um cara muito melhor bem ali na frente dela. Pode ser ainda que Dean se separe e ele e Rory voltem a ter algo, ou que novos personagens apareçam para enrolar bastante antes que ela se entregue à seu verdadeiro grande amor, Jess.

E como será Lorelai vovó? Talvez seja ai que a história mude, provavelmente estará presente em todos os passos dessa nova vida de Rory, ao contrário de Emily, que na verdade foi impedida de fazer o mesmo com a filha, vale lembrar! E Emily? Será que a nova Emily vai voltar ao que era antes quando souber que será bisavó? E Luke, como vai ser o Luke lidando com um bebê? Será uma menina ou um menino? Como vai se chamar? Outra Lorelai Gilmore? Como será o apelido, Lore ou Elai?

Fora o enredo central, também queremos saber mais de Lane, Zack e os gêmeos, queremos Paris e Doyle juntos de novo, queremos saber como anda a vida de Liz e T.J., queremos Sookie e Lorelai sendo bffs de novo (mesmo que seja por conversas de email, que seja!) e principalmente queremos ver se algo mudará agora que Luke e Lorelai são casados.

Qual fã de Gilmore Girls não quer ver essa história se desenrolar? Qual fã não quer saber o que realmente vai acontecer? O revival alcançou pontos altos na crítica, é claro que a Netflix tem o desejo de produzir essa continuação (se não tiver é bom ter!), está nas mãos dos Palladino agora, só basta eles quererem e pelo que Lauren revelou em seu livro: eles querem.

Então aguardem, muito em breve – ou talvez quase 10 anos depois – a Netflix com certeza fará uma nova temporada de Gilmore Girls.

“E se você não pudesse tocar em nada no mundo exterior? Nunca respirar o ar fresco, sentir o sol aquecer o rosto… ou beijar o menino ao lado?”

Amanhã (15 de junho) chega ao cinemas do Brasil a adaptação cinematográfica do livro de Nicola Yoon, Everything, Everything (Tudo e Todas as Coisas). Stella Meghie (Jean of the Joneses) dirigi o roteiro escrito por J. Mills Goodloe (A Incrível História de Adaline) e interpretado por Amandla Stenberg (a Rue de Jogos Vorazes), Nick Robinson (Jurassic World), Ana de la Reguera (Sun Belt Express) e Anika Noni Rose (Dreamgirls – Em Busca de um Sonho).

Tudo e Todas as Coisas conta a improvável história de amor de Maddy, uma inteligente, curiosa e imaginativa garota de 18 anos que, devido a uma doença não pode deixar a proteção do ambiente hermeticamente fechado dentro de sua casa, e Olly, o menino da casa ao lado que não vai deixar que isso os impeça. Maddy está desesperada para experimentar o mundo exterior, e a promessa de seu primeiro romance. Olhando através das janelas e falando apenas através de textos, ela e Olly formam um vínculo profundo que os leva a arriscar tudo para ficarem juntos, mesmo que isso signifique perder tudo.

Já faz algum tempo que livros best-sellers de romances adolescentes em que há a provável morte trágica de um dos protagonistas vem fazendo sucesso nas telonas. Um Amor pra Recordar (2002), A Culpa é das Estrelas (2014) e Como Eu Era Antes de Você (2016) são alguns do gênero que foram muito ansiados pelo público teen fãs de romances dramáticos. Tudo e Todas as Coisas segue a mesma premissa, sendo inclusive considerado o Como Eu Era Antes de Você de 2017.

Levando em conta que a adaptação do livro de Jojo Moyes para o cinema não respondeu as expectativas, de fato, Tudo e Todas as Coisas é o Como Eu Era Antes de Você de 2017. Faltou emoção, faltou explorar melhor os personagens, faltou um clímax que impactasse e principalmente um desfecho menos corriqueiro. A verdade é que se vai ao cinema já sabendo tudo o que irá acontecer (principalmente se já tiver assistido Jimmy Bolha ou o trailer do filme) mesmo sem nem ter lido o livro antes.

Logo de inicio somos apresentados a personagem principal, Maddy. Sua personalidade calma, sua rotina tediosa e sua doença. Apesar de ser inovadora e até arrancar algumas risadas do público, a forma em que essa doença é explicada parece um pouco infantil e didática demais.

Um grande acerto da diretora ainda nas primeiras sequências foi a construção dos diálogos entre o casal. Separados pelas paredes de vidro da casa de Maddy, ela e Olly só podem conversar através de mensagens de texto, a troca de mensagens é mostrada como se estivesse acontecendo pessoalmente, uma simulação da conversa, cara a cara.

Outro ponto acertado foi a escolha dos atores, todos foram muito bons em seus papéis apesar de não terem tido muito para explorar no enredo fraco. Amanda Stenberg e Nick Robinson tem química suficiente, o casal se completa de maneira interessante, ela sonhadora, ele conquistador (ainda que romântico), ela usando tons claros, ele sempre de preto… Mas o ponto mais alto sem dúvidas é termos – finalmente – uma personagem principal de um romance adolescente negra em um relacionamento inter-racial em que o que impedem o casal de ficar juntos não é a cor da pele deles serem diferentes, isso não chega nem a ser questão.

Fora isso, a bela fotografia, os detalhes de figurino e cenário e a trilha sonora, não há nada que faça do filme realmente bom, no entanto, também não se pode dizer que é ruim.

O romance estreou nos Estados Unidos no dia 19 de maio e até agora está com nota 6,3 na classificação do IMDb.

Confira a trilha sonora!

Finalmente, a conclusão a que se chega é que a falha na construção e desenvolvimento do enredo foi comprometedora no resultado final bem mediano do filme. Como dito antes, faltou muito mais emoção, faltou desenvolver melhor personagens que poderiam fazer toda a diferença, faltou impacto, ou talvez ao menos algo inesperado, faltou um fim arrebatador ou um pouco menos simples.

Enquanto alguns pecam em exagerar, Tudo e Todas as Coisas pecou em faltar. Faltou.

O filme é uma produção de Leslie Morgenstein e Elysa Dutton sob a bandeira da Alloy Entertainment e produção executiva de Victor Ho. Tudo e Todas as Coisas está sendo distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures e em alguns territórios internacionais pela Metro-Goldwyn-Mayer Pictures.

A data de estréia no Brasil é dia 15 de junho, na semana do Dia dos Namorados.

O livro com o enredo original de Nicola Yoon foi lançado pelas editoras Novo Conceito e Arqueiro, vale a pena a leitura para quem se interessar mais pela história.

Shell Open Air chega ao Rio dia 7

Após 3 anos de pausa o maior festival de cinema a céu aberto do mundo está de volta. Com início em 7 de junho o evento acontecerá na Marina da Glória, no Rio de Janeiro em um espaço com mais de sete mil metros quadrados e capacidade para receber 1.300 pessoas por sessão durante três semanas, de quarta a domingo, terminando dia 25 do mesmo mês.

O festival é uma parceria entre a marca Shell e a D+3 Produções e trará em sua programação 20 filmes clássicos, sucessos recentes e nacionais que serão exibidos numa tela com área de 325m², equivalente à uma quadra de tênis. Além dos filmes o evento contará com shows ao vivo, uma programação exclusiva para a família aos domingos e variedade gastronômica.

Programação:

07 de junho – Quarta-feira

“Velozes e Furiosos 8” (2017)
Duração: 160′
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos
Abertura dos portões: 19h
Início da Sessão: 20h

08 de junho – Quinta-feira
“Rogue One – Uma História Star Wars” (2016)
Duração: 133′
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos
Abertura dos portões: 19h
Início da Sessão: 20h

09 de junho – Sexta-feira
“La La Land – Cantando Estações” (2016)
Classificação Indicativa: Livre
Duração: 128′
Exibição do Curta: “Kidchup” (2015)
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 21h

10 de junho – Sábado
1ª Sessão – “Fragmentado” (2017)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos
Duração: 117′
Abertura dos portões: 19h
Início da 1ª Sessão: 20h
* Encerramento 1ª sessão/ Troca de público

2ª Sessão – “O Iluminado” (1980)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos
Duração: 146′
Reabertura dos portões: 23h30
Início da 2ª sessão: 00h

11 de junho – Domingo
“A Bela e a Fera” (2017)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos
Duração: 139′
Abertura dos portões: 16h
Início da sessão: 18h
Pré-filme: Recreação Infantil com grupo Gato Mia

14 de junho – Quarta-feira
“Minha Mãe é Uma Peça 2” (2016)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos
Duração: 120′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 21h

15 de junho – Quinta-feira
Sessão Dupla – “Rush” (2013) e “Dias de Trovão” (1990)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos / 16 anos
Duração: 123′ / 108′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 20h

16 de junho – Sexta-feira
“Moulin Rouge – Amor em Vermelho” (2001)
Exibição do Curta: “Até a China Levam 15 Minutos” (15′)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos
Duração: 127′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 21h

17 de junho – Sábado
1ª Sessão – “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos
Duração: 133′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 20h
* Encerramento 1ª sessão/ Troca de público

2ª Sessão – “Apocalypse Now Redux” (1979)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos
Duração: 202′
Reabertura dos portões: 23h30
Início da 2ª sessão: 00h

18 de junho – Domingo
“Moana” (2016)
Classificação Indicativa: Livre
Duração: 113′
Abertura dos portões: 16h
Início da sessão: 18h
Pré-filme: Recreação Infantil com grupo Gato Mia

21 de junho – Quarta-feira
”Elis, O Filme” (2016)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos
Duração: 115′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 21h

22 de junho – Quinta-feira
Sessão Dupla – “007 – Operação Skyfall” (2012) e “007 – Contra Spectre” (2015)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos / 14 anos
Duração: 143’/ 160′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 20h

23 de junho – Sexta-feira
“Footloose – Ritmo Louco” (1984)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos
Duração: 125′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 21h

24 de junho – Sábado
1ª Sessão – “Deadpool” (2016)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos
Duração: 108′
Abertura dos portões: 19h
Início da sessão: 20h
* Encerramento 1ª sessão/ Troca de público

2ª Sessão – “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979)
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos
Duração: 117′
Reabertura dos portões: 23h30
Início da 2ª sessão: 00h

25 de junho – Domingo
“Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” (2016)
Classificação Indicativa: Livre
Duração: 110′
Abertura dos portões: 16h
Início da sessão: 18h

Ingressos:

Os ingressos já estão a venda no site Shell Open AirBilheteria Digital e nos Postos Shell em Botafogo, Lagoa, Laranjeiras e Leblon. As vendas também acontecerão durante o evento, no local, das 14h às 00h. Os preços variam entre R$ 25 (meia) e R$ 50 (inteira) e já tem a seção do dia 09/06 em que será exibido o grande vencedor de Globos de Ouro e Oscars de 2017, La La Land, esgotada.

O festival promete ser uma experiência única e tem curta duração!

Referência: Diário do Rio

Segundo domingo de maio no Brasil significa DIA DAS MÃES, as pessoas mais incríveis, sensacionais e maravilhosas deste Universo. Para comemorar o dia da melhor mãe do mundo de cada um aqui vai um TOP 10 das mães mais diferentes do cinema. Essa história de que mãe é tudo igual, só muda o endereço não é tão verdade assim, confira a baixo:

10 – Sra. Bennet, a mãe tagarela

Mãe de cinco adoráveis moças, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn) de Orgulho e Preconceito é aquele tipo de mãe que não para de falar nem um segundo. Sempre sofrendo por conta dos seus nervos, ela aluga os pobres ouvidos de seu marido e filhas, principalmente os de Lizzy (Keira Knigthtley), a única das cinco que não pretende ter seu casamento arranjado pela mãe. Apesar de muito invasiva, tagarela e um tanto quanto interesseira, a Sra. Bennet também pode ser bastante divertida, e talvez, todas essas falhas de caráter sejam realmente apenas por querer o bem das filhas.

9 – Sra. O’Brian – a mãe carinhosa

A Sra. O’Briean (Jessica Chastain) é a matriarca de uma família muito tradicional em A Arvore da Vida. Mãe de três garotos, ela se demonstra extremamente carinhosa e alegre, embarcando nas brincadeiras com os filhos e os defendendo sempre da severidade do pai (Brad Pitt). Apesar de não haver tantos diálogos, a afetuosidade da mãe é apresentada nos gestos, olhares e toques capturados por uma belíssima fotografia.

8 – Anne Williams, a mãe amiga

Anne Williams (Demi Moore) de Lola é uma mãe divorciada que precisa lidar com as tarefas típicas do dia a dia ao mesmo tempo em que enfrenta uma situação pra lá de atípica em sua vida conjugal e dificuldades na educação de sua filha mais velha. Lola (Miley Cyrus), por sua vez, está passando pela fase das decepções amorosas, notas ruins na escola e pra piorar tudo, a separação dos pais. Em meio a todos os problemas, a relação de Anne e Lola se mantém firme e é a das mais reais, com brigas, castigos, empréstimos de roupa e muita cumplicidade.

7 – Rosie Dunne, a mãe adolescente

Rosie Dunne (Lily Collins) de Simplesmente Acontece é a uma das mães mais fofas da história do cinema. Depois de uma noite com o cara mais sarado da escola no baile de formatura e um incidente com a proteção, Rosie acaba engravidando e seu sonho de estudar Hotelaria e se mudar para Boston com seu melhor amigo Alex (Sam Claflin) é ameaçado. Para resolver esse problema Rosie decide entregar sua filha para adoção, mas conforme o tempo passa o amor fala mais alto e com o nascimento da pequena Katie ela desiste da ideia. O filme mostra o crescimento de Katie e amadurecimento de Rosie de forma leve, engraçada, real e emocionante.

6 – Fantine, a mãe heroína

A inocente Fantine (Anne Hathaway) de Os Miseráveis entrega-se ao rapaz que ama acreditando também ser amada, ele a engravida e some no mundo deixando-a sozinha para cuidar e sustentar a pequena Cosette (Isabelle Allen/Amanda Seyfried). Sem ter condições de viver em Paris, Fantine parte para sua cidade natal, deixando sua filha ao cuidados de um casal que lhe parecia amoroso. Após ser demitida do emprego que possibilitava o envio de dinheiro para as necessidades de Cosette, Fantine precisa passar pelas mais terríveis situações, como cortar todo seu longo cabelo e arrancar seus belos dentes para vender, além de se prostituir, tudo para o bem de sua amada filha, uma verdadeira heroína!

O papel de Fantine rendeu a Anne Hathaway o oscar de Melhor Atriz.

5 – Val, a mãe batalhadora

Val (Regina Casé) teve que sair de sua cidade natal em Pernambuco para tentar a vida na grande São Paulo deixando sua filha ainda pequena aos cuidados do avô, por isso o nome do filme, Que Horas Ela Volta?. Jéssica cresce esperando pela volta da mãe até se cansar e partir em busca de seu próprio destino, também em São Paulo. Treze anos depois, Val tem uma situação econômica estável sendo empregada na casa de uma família de classe alta, onde recebe Jéssica. Preocupada com a forma de se portar da filha, Val vive a repreendo, ela, por sua vez, acaba abrindo os olhos da mãe para uma nova vida. É uma bela história da realidade de muitas mães brasileiras que dão duro por seus filhos sem a ajuda do pai.

Vocês são INCRÍVEIS!

4 – Janne Hawking, a mãe forte

Baseado em uma história real, A Teoria de Tudo mostra a força e a garra da jovem Jane Hawking (Felicity Jones), que logo após o casamento com Stephen Hawking (Eddie Redmayne), portador da ELA (esclerose lateral amiotrófica), uma doença degenerativa, é mãe de seu primeiro filho, George. Em seu livro Travelling to Infinity: My Life with Stephen, também chamado A Teoria de Tudo no Brasil, Jane relata as dificuldades que enfrentou em cuidar de Stephen e seus três filhos ao longo dos anos praticamente sozinha. Ser mãe já é difícil, imagine três crianças e um marido totalmente dependente. Ela mesmo relata que Stephen era como um quarto filho que precisava de seus cuidados 24 horas por dia.

Felicity Jones foi indicada ao oscar de Melhor Atriz por sua belíssima atuação, merecia o prêmio!

3 – Joy Newsome, a “ma” corajosa

A “ma” ou a “mãe” de O Quarto de Jack teve sua vida interrompida ao ser sequestrada e mantida em cárcere por um homem chamado Velho Nick (Sean Bridgers), que mantinha relações sexuais forçadas com ela. Joy (Brie Larson) acaba engravidando e tem seu filho Jack (Jacob Tremblay) dentro do quarto, onde eles vivem até o menino completar seus 5 anos. Durante este tempo ela demonstra um amor imenso e incondicional que só uma mãe pode ter ao cuidar, amar e proteger a criança que é fruto de um homem que lhe fez tanto mal. Joy cria um mundo para Jack dentro do quarto e o afasta de toda a obscuridade da situação em que estão vivendo com muita coragem!

A interpretação da “mãe” de Brie Larson foi tão profunda e sensível que lhe rendeu o oscar de Melhor Atriz.

2 – Sara Fitzgerald, a mãe guerreira

Sara (Cameron Diaz) é mãe de Kate (Sofia Vassilieva), uma jovem que sofre de leucemia promielocítica aguda, em Uma Prova de Amor. Ela tem mais dois filhos, um deles, Anna (Abigail Breslin), foi concebida por meio de fertilização in vitro para ser uma combinação genética que pudesse salvar Kate. Cameron Diaz representa uma mãe que é capaz de tudo para o bem de sua filha, um amor inexplicável que apenas uma mãe guerreira como as que tem filhos doentes e com necessidades especiais sabem como é, este filme é com certeza uma homenagem a essas mães!

1 – Isabel Graysmark, a mãe do coração

Após perder dois bebês em abortos espontâneos a doce Isabel (Alicia Vikander) se vê desolada. Sua tristeza só é curada quando um barco com o corpo de um homem morto e um bebê chegam até a ilha do farol em que vivem isolados – por isso o nome do filme, A Luz Entre Oceanos. Isabel se encanta pela pequena menina assim que a resgata e convence seu marido Tom (Michael Fassbender ❤️) a enterrar o homem e ficar com a neném para cria-lá como se fosse filha do casal, já que ninguém sabia ainda da perda do segundo bebê. Tom concorda relutante e a partir de então a história de amor dos dois se expande para uma história de amor a três e pai, mãe e filha vivem felizes na deserta ilha. Certo dia, ao ir a cidade Tom acaba sabendo da história de Hannah Roennfeldt (Rachel Weisz) que há alguns anos perdeu seu marido e filha no mar. Ele se sente culpado e deseja revelar a Hannah o segredo que guarda com a esposa, mas teme pelo sofrimento dela em perder mais uma vez um filho amado. O desenrolar da história é extremamente dramático e levanta uma pergunta polêmica: com quem a criança deve ficar, com a mãe biológica que pensa que sua filha está morta e sofre por isso ou com a mãe que a criou e inegavelmente a amou de todo o coração? Parece óbvio, com a mãe biológica, mas a INCRÍVEL atuação de Alicia Vikander – que mereceria indicação ao Oscar – consegue nos convencer do contrário.

Considerações as mamães mais queridas das séries: Lorelai Gilmore (Gilmore Girls), Kitty Forman (That 70’s Show), Rebecca Pearson (This Is Us), Rochelle Rock (Todo Mundo Odeia o Chris), Kirsten Cohen (The O.C.), Cersei Lannister (Game Of Thrones) e Lagertha (Vikings).

Essas são as mães do cinema, muitas delas representações das mães reais, nossas mães. Elas definitivamente não são iguais, o que é igual na verdade é o amor, o amor que só elas podem dar, amor único, amor de mãe… Aproveite o dia para retribuir esse amor!

Que tal convidar a sua mãe para uma tarde com pipoca assistindo um desses belíssimos filmes? Feliz dia das mães, do jeitinho que elas são!

Em 2013 foram lançados os primeiros quatro curta-metragens do Cupidity – Love Stories, rebrand da marca de sorvetes em cone Cornetto, da Unilever. Os vídeos produzidos pela MoFilm e RSA Films foram exibidos nas salas de cinema e também na TV – em versões resumidas -, como campanhas publicitárias. Apesar de serem dirigidos a um público adolescente, podem ser apreciados por qualquer um que goste de uma boa história de amor.

Os curtas também transmitem belas mensagens de inclusão, como é o caso de Kismet Diner que trás a história de uma cantora que se apaixona – ALERTA DE SPOILER! – por um surdo e precisa aprender a língua de sinais para se comunicar com ele.

Outros 12 filmes da série Cupidity – Love Stories foram lançados entre 2013 e 2016 e todos estão disponíveis no YouTube nos canais da Cornetto e também em canais pessoais.

Do ponto de vista cinematográfico destaca-se a fotografia delicada e encantadora, figurinos belíssimos, cenários rústicos, locações deslumbrantes dos quatro continentes e uma deliciosa trilha sonora – em breve estará disponível aqui no site – que casa perfeitamente com a parte visual.

Se você ama histórias de amor, boa música e imagens bonitas e não tem tempo para apreciar romances longos e complexos Cornetto Cupidity – Love Stories é pra você! Então pegue seu celular/tablet/notebook, conecte-se ao YouTube e:

“Enjoy the ride, love the ending.”

Chegou à Netflix sexta-feira retrasada o drama Farol das Orcas que trás na história Trístan, um garoto autista que tem estímulos ao entrar em contato com as orcas.

O autismo tem sido representado há anos no cinema através de personagens tão distintos quanto os tipos em que ele pode se apresentar. No dia 2 de abril comemoramos o Dia Mundial da Conscientização do Autismo e aqui vai uma lista de 10 obras que trazem personagens com TEA (transtorno do espectro autista). Confira!

  1. Tão Forte e Tão Perto (2012)

“Um menino de 9 anos perde seu pai no atentado de 11 de setembro em Nova York. Ele acha uma chave em sua casa e acredita ser uma mensagem de seu pai. Começa assim uma comovente expedição pela cidade para achar a fechadura que se abre com a chave.”

Não é confirmado que Oskar tenha síndrome de asperger, o próprio diz que os exames foram inconclusivos, mas em cada ação brilhantemente executada por Thomas Horn, ator que o interpreta, vemos características próprias dos aspergers. O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante, além de várias outras indicações a outros prêmios. Thomas venceu o Broadcast Film Critics Association Awards de melhor ator/atriz mirim.

  1. Missão Especial: Uma Viagem Inesperada (2004)

“Baseado em uma história verdadeira, Corinne (Mary-Louise Parker) é uma mãe solteira de gêmeos de 5 anos de idade, Steven (Jacob Cherry) e Phillip (Jeremy Shada), que são autistas. Funcionários da escola pública ameaçam retirá-los da escola devido ao seus comportamentos, mas através de terapia, os meninos são capazes de fazer grandes avanços. Uma década depois, os adolescentes Steven (Zac Efron) e Phillip (Thomas Lewis) enfrentam o ensino médio, enquanto ainda lidam com a doença. mas através de terapia, os meninos são capazes de fazer grandes avanços. Uma década depois, os adolescentes Steven (Zac Efron) e Phillip (Thomas Lewis) enfrentam o ensino médio, enquanto ainda lidam com a doença.”

Um ponto importante para ser tratado quando o assunto é autismo é saber que ele não é uma doença, como diz a sinopse do filme. Missão Especial: Uma Viagem Inesperada nos mostra isso e como a força de vontade é capaz de nos levar longe. A personagem de Corrine é uma linda homenagem as mães de autistas, além de nos ensinar que a aceitação é fundamental para o bem estar dos filhos. Mary-Louise Parker, Zac Efron e Thomas Lewis estão sensacionais!

  1. Mozart e a Baleia (2005)

“Comédia dramática inspirada na vida de dois portadores da síndrome de Asperger (uma forma de autismo). Donald é um bom sujeito, que trabalha como taxista, adora pássaros e tem habilidade especial com números. Comum aos portadores da síndrome, ele vive sempre um padrão, uma rotina. Mas isso muda quando ele conhece a complicada Isabelle, que frequenta o mesmo grupo de autistas de Donald.”

O nome original no Brasil é um grande erro, por isso a tradução livre do original em inglês Mozart and the Whale (que aliás faz muito mais sentido). O filme mostra de forma divertida as dificuldades que Donald e Isabelle enfrentam ao se relacionarem, apesar de ambos terem TEA, suas personalidades e características são muito diferentes e eles precisam aprender a lidar com isso em nome do amor.

  1. Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador (1993)

“Desde a morte do pai, Gilbert Grape é o responsável pelo sustento da família e pelo irmão caçula, já que sua mãe sofre de obesidade mórbida e de depressão. Mas Grape conhece uma jovem que lhe mostra a possibilidade de uma nova vida.”

Se Leonardo DiCaprio merecia ter ganho um Oscar antes de O Regresso com certeza deveria ter sido o de Melhor Ator Coadjuvante por Arnie Grape em 94. A atuação dele é impressionante! Além de Léo outro que brilha no longa é Johnny Depp que mostra as dificuldades de Gilbert em lidar com o irmão mesmo amando-o demais.

  1. Rain Man (1988)

“Conta a história de Charlie Babbitt, um jovem que viaja a um hospital psiquiátrico para tentar descobrir quem é o beneficiário da fortuna que seu pai deixara ao falecer, já que para Charlie ele deixara apenas rosas premiadas e um carro. Ao chegar ao hospital, Charlie descobre que o beneficiário é Raymond, um irmão mais velho autista de quem nunca ouvira falar. Para garantir o dinheiro da herança, Charlie se aproxima de Raymond, disposto a brigar judicialmente pela guarda legal do irmão.”

Leve, engraçado e emocionante. Um clássico dos anos 80 e do cinema! Vencedor de 4 Oscars em 89, incluindo Melhor Filme. O grande destaque: Dustin Hoffman interpretando magnificamente Raymond Babbit, o Rain Man. Um personagem que enfrenta as dificuldades do autismo e leva uma vida despreocupada, encantando seu irmão Charlie com seu jeito peculiar e amável.

  1. Forrest Gump: O Contador de Histórias (1994)

“Mesmo com o raciocínio lento, Forrest Gump nunca se sentiu desfavorecido. Graças ao apoio da mãe, ele teve uma vida normal. Seja no campo de futebol como um astro do esporte, lutando no Vietnã ou como capitão de um barco de camarão, Forrest inspira a todos com seu otimismo infantil. Mas a pessoa com quem Forrest mais se preocupa pode ser a mais difícil de salvar: seu amor de infância, a doce, mas perturbada Jenny.”

Forrest é um dos personagens mais peculiares, cativantes e fofos do cinema. Não se sabe se de fato ele tem algum tipo de TEA, mas muitos acreditam que ele seja asperger. Muitas características asperges são apresentadas por Forrest ao longo do filme. Há também Bubba, o amante de camarões, que também pode ter algum transtorno do espectro autista. Forrest Gump levou 6 prêmios de 13 indicações ao Oscar, inclusive de Melhor Ator e Melhor Filme.

  1. Adam (2009)

“Adam, um engenheiro eletrônico, tem um tipo de autismo chamado síndrome de Asperger e se isola por isso. Quando a jovem Beth se muda para o mesmo prédio, ele muda de atitude e torna-se mais social. Ela não sabe como lidar com as mudanças de Adam, mas mesmo assim decide dar uma chance. Porém, os pais da moça têm dificuldade em aceitar o romance dos dois.”

O longa mostra o relacionamento entre um asperger e uma “neurotípica”. À princípio Beth é relutante em se envolver com Adam, por não saber lidar com suas diferenças, uma realidade em nosso dia a dia, o não conhecimento da síndrome afasta o “neurotípico” do autista. Outro fato mostrado no filme presente em nossas vidas é o preconceito, também causado pela falta de conhecimento, que Adam e Beth precisam enfrentar ao lidar com os pais da moça.

  1. Meu nome é Khan (2010)

“Um homem muçulmano indiano, que sofre de síndrome de Asperger, é preso por engano como um suspeito de terrorismo após o 11 de Setembro em Los Angeles.”

O filme é uma parceria entre Bollywood e Hollywood e trás Rizwan Khan, um homem amável que tem síndrome de asperger como protagonista. É uma história muito emocionante que trás o preconceito como tema e nos ensina várias lições. Shahrukh Khan é sensacional em seu papel!

  1. Sei que Vou Te Amar (2008)

“Thomas Mollison é um jovem de 16 anos que quer ter uma vida normal. Seu irmão, Charlie, tem autismo e TDAH e o funcionamento de toda sua família gira em torno de lhe oferecer um ambiente de vida seguro. Quando Thomas conhece Jackie e se apaixona por ela, sua mãe fica confinada à cama devido à gravidez, e o garoto deve cuidar do irmão, o que pode custar a sua relação com a garota, especialmente quando isso desencadeia um violento confronto na família em sua festa de aniversário.”

Mais uma vez dois irmãos dividindo juntos as dificuldades do autismo. O filme mostra a realidade da vida com um autista de grau severo. É real e belo por isso. Rhys Wakefield e Luke Ford são excelentes como Thomas e Charlie. É extremamente emocionante!

  1. Farol das Orcas (2016)

“Uma mãe vai à Patagônia com o filho autista, esperando que um guarda e baleias orcas o ajudem a encontrar suas emoções.”

Um lançamento da Netflix, Farol das Orcas é um filme simples, de muita beleza estética que mostra como a natureza e os animais podem ajudar autistas com suas emoções. É uma história verídica e já está disponível para ser assistida!

Que Justin Hurwitz caprichou na trilha sonora de La La Land – Cantando Estações não há dúvidas. Vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original – juntamente com Benj Pasek e Justin Paul – por City Of Stars, o compositor e suas canções são muito prestigiados pelos amantes do longa. Mas não só de canções originais viverá a trilha sonora de La La Land! Três grandes clássicos dos anos 80 ajudam a compor a sonografia do filme na cena super divertida em que Mia encontra Sebastian em uma Pool Party na estação primavera.

O som dançante que embala o primeiro plano dessa sequência pertence a banda norueguesa A-ha, o single Take On Me foi lançado em 1985 e escrito pelos próprios membros da banda. Aos apreciadores da arte da animação fica aqui a dica para assistir ao videoclipe que trás uma mistura de desenho feito a lápis e live-action:

Depois de ter os ouvidos alugados por um escritor nem um pouco humilde a aspirante a atriz, Mia, vai até a mesa de drinks pegar uma bebida. Atraída pela música ela se encaminha para o local onde uma banda pop bem colorida está dando LITERALMENTE um show. Surpresa por ver ninguém menos que Sebastian, o pianista de jazz que a ignorou há um tempo atrás, ela decidi “se vingar” ao ver que ele não está gostando de estar ali, pedindo mais um clássico: I Ran (So Far Away), do grupo britânico A Flock of Seagulls, grande sucesso em 82.

E aqui vai uma paródia da canção feita pela série Apenas um Show (Regular Show), mais uma dica para quem curte animação:

De uma forma cômica, cheia de expressões faciais e uma dancinha zoeira sexy – a cara de Emma Stone, intérprete da personagem -, Mia provoca Sebastian, que lança olhares debochados e furiosos para ela enquanto toca.

Depois dessa bela apresentação é hora de finalizar o combo 80’s hits com Tainted Love. O cover da dupla Soft Cell que tornou a canção de Ed Cobb mundialmente famosa em 1981 é o fundo musical da conversa que dá continuidade as provocações entre Mia e Sebs.

O videoclipe desse remake trás efeitos visuais bem legais:

Aos que ouviram as músicas no filme e não conheciam, ainda é tempo de ouvir e curtir!
E aos que já conheciam, vale a pena relembrar!