Crítica | Não fale com Irene

Comédia capaz de tocar em assuntos sérios como o bullying, a rejeição, e que ainda transita entre a vida na melhor idade e o amor. Longa dirigido por Pat Mills (2017), estrelado por Geena Davis, Anastasia Phillips e Michelle McLeod. Irene (McLeod) é uma adolescente colegial que sonha em ser líder de torcida, mas para ela isso nunca poderá acontecer por causa de sua condição física não ser adequada, já que em seu colégio todas as garotas líderes de torcida são magras e atléticas. Irene é tímida, não tem amigos e apenas conversa com um pôster de sua ídola: Geena Davis, com quem, em sua fantasia, sempre dá conselhos e encoraja a garota a ser como ela é e a persistir em seus sonhos.

Crédito: 📷 Youtube

Depois de se envolver em uma confusão no colégio e ser vítima da maldade de uma de suas colegas que se aproveitou dela, Irene é obrigada a prestar serviços em um asilo no tempo de suspensão das aulas. Com isso, ela acaba se enturmando com os senhores e senhoras que ali habitam, fazendo de seus sonho um meio para que eles também voltem a ter vontade de viver.

As situações onde Irene precisa ser capaz de não se deixar abalar, principalmente em momentos de bullying, também acontecem durante sua passagem pelo asilo, e é com a ajuda da experiêcia dos seus velhos amigos que ela começa a se fortalecer. Mesmo sendo difícil, querendo sempre fugir e se esconder, Irene começa a mudar a si mesma e as pessoas a sua volta.

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Júlia Tezza

Amante da literatura e da sétima arte.